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Direito romano: fundamento da jurisprudência moderna
Este artigo analisa o Incidente de Roswell — um evento que se tornou a pedra angular da ufologia moderna e de teorias da conspiração sobre o governo dos EUA ocultar contacto com civilizações extraterrestres. Com base na análise de documentos históricos, relatos oficiais da Força Aérea dos EUA e investigações jornalísticas, é reconstruída a verdadeira cronologia dos acontecimentos de julho de 1947 e a subsequente mitologização. Dá-se especial atenção ao Project Mogul como fonte real dos destroços encontrados, ao papel dos ufólogos na criação da lenda e à transformação de uma pequena cidade do Novo México no epicentro de uma indústria turística global baseada na crença em alienígenas.
Neste artigo, analisa-se o Incidente de Roswell — um evento que se tornou a pedra angular da ufologia moderna e das teorias da conspiração sobre a ocultação pelo governo dos EUA do contacto com civilizações extraterrestres. Com base na análise de documentos históricos, relatórios oficiais da Força Aérea e investigações jornalísticas, reconstrói-se a cronologia autêntica dos acontecimentos de julho de 1947 e a sua subsequente mitificação. É dada especial atenção ao projeto Mogul como fonte real dos fragmentos encontrados, ao papel dos ufólogos na criação da lenda, bem como à transformação de uma pequena cidade no Novo México no epicentro da indústria global do turismo, baseada na crença em alienígenas.
Este artigo examina a questão estratégica crítica de saber se a Rússia possui a capacidade de destruir os Estados Unidos com um ataque nuclear de primeira ofensiva, ao mesmo tempo em que consegue impedir uma resposta retaliatória devastadora. Com base na análise de inteligência de fontes abertas, nas posturas das forças estratégicas, em declarações oficiais e em comentários de especialistas, este estudo desconstrói as dimensões técnicas, operacionais e doutrinais desta questão. Dedica-se especial atenção à estrutura das forças estratégicas russas, às capacidades da tríade nuclear dos EUA e aos sistemas de alerta precoce, ao papel de sistemas de retaliação automática como o "Perimeter" e ao paradigma fundamental de estabilidade estratégica que tem definido as relações entre os EUA e a Rússia há décadas.