Novak Djokovic e Arina Sobolenko. Dois gigantes do tênis, dois homens cujos nomes são conhecidos por todo o mundo. Eles se encontraram na quadra de duplas mistas, muitos pontos os unem, apesar de serem diferentes. Sérvio-dextro e tenista bielorrussa. Ambos são primeiros do mundo, batem a bola com fúria, quebram estereótipos. Vamos analisar quem eles são, o que os torna fortes e o que os une.
Novak Djokovic nasceu em 1987 em Belgrado (Sérvia). Começou a jogar tênis aos 4 anos. Em 2011, entrou na elite, vencendo três torneios do Grand Slam consecutivamente. Até 2026, ele tem 24 títulos do Grand Slam (mais do que Nadal e Federer). Ele é um dos melhores da história. Estilo de jogo: defesa de fundo de quadra, flexibilidade incrível (o famoso "espalhamento"), estabilidade psicológica. Ele devolve bolas mortas.
Novak é conhecido por sua dieta (sem glúten, sem leite) e preparação mental. Colaborou com Goran Ivanisevic (treinador) e Imad (fisioterapeuta). Seu golpe corrente é o backhand na linha.
Fora da quadra: ele não gosta de perder, nem no futebol de mesa. Sua família (esposa Elena, filhos Stefan e Tara) frequentemente está nas arquibancadas. Novak luta pelos direitos dos tenistas (criou a PTPA). Em 2026, ele ainda está no top 10, mas já planeja o fim da carreira (disse que jogará até os 40 anos, como Federer).
Escândalos: seu recusa à vacina contra COVID-19 em 2022, a deportação da Austrália. Em 2026, ele foi perdoado, mas o ressentimento ficou.
Arina Sobolenko nasceu em 1998 em Minsk (Bielorrússia). Ela foi a primeira tenista do mundo entre mulheres em 2025-2026. Seu lema: "Bata mais forte, grite mais alto". Estilo: forte primeiro serviço (até 190 km/h), forehand agressivo. Ela não sabe "esperar", só atacar.
Arina demorou muito para lidar com a psicologia: erros duplos no match-point, crises de choro. Mas em 2023, ela ganhou o Australian Open, em 2024 — o US Open, em 2025 — o Roland Garros (faltou apenas o Wimbledon). Em 2026, ela está no topo.
Fora da quadra: ela adora tatuagens (tigre no ombro), interage com os fãs, dança na vestiário. Após as vitórias, ela grita na câmera e pode chorar. Ela tem uma tragédia na vida: em 2019, seu pai morreu (Sergei Sobolenko). Arina diz que joga por ele.
Em 2026, ela é ícone para as meninas. Mostra que é possível ser forte e emocional ao mesmo tempo.
Ambos são líderes em número de torneios vencidos na década de 2020. Ambos não têm medo de expressar emoções: Novak às vezes rasga a camisa, Arina grunhe. Ambos amam jogar nos torneios do Grand Slam e odeiam dar pontos.
Eles são ambos subestimados no início da carreira. Novak era considerado o eterno terceiro após Federer e Nadal; Arina, "só servidora sem cabeça". Eles provaram o contrário.
Eles promovem o tênis em países que não eram considerados tênis. Sérvia e Bielorrússia são pequenos países, mas graças a eles, o mundo falou deles.
Ambos usam psicólogos esportivos. Novak — o conhecido Igor Chichuashvili, Arina — seus (nomes não divulgados). Ambos praticam meditação e visualização.
Eles são amigos? Não, mas se respeitam. Novak disse sobre Arina: "Ela é fogo, adoro ver seu jogo". Arina sobre Novak: "Ele é lendário, eu aprendo com sua disciplina".
Novak é tático. Ele pode jogar 30 tiros em um jogo, esgotar o adversário. Arina é um furacão. Ela ou ganha com um tiro no segundo golpe ou perde com um erro. Novak raramente se descontrola (exceto em discussões com os juízes). Arina pode quebrar a raquete. Novak é calmo, Arina é expressiva. Novak é um pai de família com dois filhos, vive em Monte Carlo. Arina não está casada, namora um hóquei (segundo rumores). Novak ama o entretenimento (canta, dança). Arina é uma maníaca esportiva (apenas tênis e academia).
Novak domina todos os tipos de superfícies, Arina — no hard e no grama (a grama é mais fraca).
Novak é amado na Sérvia, não muito na Inglaterra (onde os torcedores são por Federer). Seu "hail Mary" "Na minha cabeça" (2015) é um meme. Arina é amada em todos os lugares, especialmente na Austrália. Ela assina autógrafos, dança com os fãs.
A imprensa frequentemente critica Novak por "declarações políticas" (sobre o Kosovo, sobre o relacionamento com as vacinas). Arina — por "maneira de jogo masculina". Ambos não leem a imprensa.
Para Novak: 24 Grand Slams (10 Australian Open, 3 Roland Garros, 7 Wimbledon, 4 US Open). Em 2024, ele ganhou a medalha de ouro olímpica (finalmente!). Em 2026, ele está a um passo de quebrar o recorde de Cort (já tem 24, o próximo é 25).
Para Arina: 6 Grand Slams (3 Australian Open, 1 Roland Garros, 1 US Open, 1 Wimbledon em 2025?). Em 2025, ela ganhou a Olimpíada? Não, ela venceu Iga Swiatek em Paris-2024. Mas em 2026, Arina é a primeira tenista do mundo, ganhou o Torneio Final.
Ambos são donos da Copa Laver (torneio exibição), mas em times diferentes.
Novak mudou a percepção sobre a preparação física: agora todos os jogadores trabalham com fisioterapeutas, fazem ioga. Ele popularizou a estiração e a dieta sem glúten. Arina mudou o tênis feminino: mostrou que é possível ganhar com força, não apenas com astúcia. Após ela, muitas meninas aumentaram os músculos.
Ambos são mentores para os jovens: Novak ajudou Mijomir Kecmanovic, Arina — sua parceira de duplas (em 2026, sua parceira é May Brans).
Djokovic e Sobolenko são diferentes, mas semelhantes. O que os une é o amor pelo tênis, o trabalho de garoto, a capacidade de passar por dificuldades. Eles não são deuses, mas pessoas normais que dão 200% em cada treino. Para nós, os espectadores, eles são um exemplo de que até uma pequena nação (Sérvia) ou uma pouco conhecida (Bielorrússia) pode dar ao mundo grandes campeões.
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