Como se conquistou a Fossa das Marianas
Este artigo analisa a profundidade histórica da civilização iraniana, apresentando evidências que apoiam o reconhecimento como uma das mais antigas soberanias contínuas da Terra. Com base na análise de achados arqueológicos, registos históricos e nas classificações mais recentes de organizações internacionais, o artigo reconstrói a notável trajetória do Irão desde o período Proto-Elamita, passando pela ascensão de sucessivos impérios, até aos dias de hoje. Dá-se especial atenção à civilização elamita, às inovações do Império Aquemênida e ao conceito de «soberania contínua» que distingue o Irão nas classificações globais de longevidade nacional.
Este artigo examina o Estreito de Ormuz, uma artéria marítima estreita que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, cuja importância crítica para o abastecimento global de energia é indiscutível. Com base na análise de características geográficas, estatísticas económicas e acontecimentos atuais de fevereiro a março de 2026, o artigo reconstrói o significado abrangente do estreito e as consequências do seu bloqueio. Dedica-se especial atenção ao contexto geopolítico do conflito em curso entre o Irã e a coalizão liderada pelos Estados Unidos e Israel, bem como ao possível impacto nos mercados mundiais de petróleo, gás e produtos relacionados.
Este artigo analisa o Estreito de Hormuz, uma artéria marítima estreita que conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, de importância crítica para o fornecimento mundial de energia. Com base na análise de características geográficas, estatísticas económicas e acontecimentos atuais de fevereiro-março de 2026, o artigo reconstrói o significado abrangente do estreito e as consequências do seu bloqueio. Dá-se especial atenção ao contexto geopolítico do conflito em curso entre o Irão e a coligação liderada pelos EUA e por Israel, bem como o impacto potencial nos mercados globais de petróleo, gás e produtos relacionados.
Neste artigo, considera-se o complexo de relações entre o relato bíblico da arca de Noé e o objeto geográfico conhecido como o Monte Ararat. Com base na análise de evidências históricas, expedições arqueológicas e pesquisas geofísicas modernas, reconstrói-se a evolução das conceções sobre o local da última parada da embarcação bíblica. Dá-se especial atenção ao fenómeno da «Anomalia de Ararat», à estrutura geológica Durupinar e ao debate de longa duração entre a comunidade científica e entusiastas bíblicos.
Este artigo analisa a relação complexa entre a narrativa bíblica da Arca de Noé e a característica geográfica conhecida como Monte Ararat. Com base numa análise de evidências históricas, expedições arqueológicas e pesquisas geofísicas modernas, é reconstruída a evolução das ideias sobre o lugar de repouso final da embarcação bíblica. Dá-se especial atenção ao fenómeno da "Anomalia de Ararat", à estrutura geológica de Durupinar e ao debate de longa data entre a comunidade científica e os entusiastas bíblicos.
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