As férias e viagens são sinônimos. Mas nem sempre. Muitas famílias ficam em casa. Outras vão para o mar, para as montanhas, para outra cidade. As viagens ampliam o horizonte, dão emoções, aproximam a família. Mas também são estresse, gastos, fadiga. Em 2026, quando as fronteiras abrirem, a pergunta "viajar ou não" está em alta. Contamos como passar as férias de forma proveitosa e sem perder o bolso e os nervos.
Novas experiências. A criança se lembra não dos presentes, mas das emoções. Museu de dinossauros, voo de parapente, barulho da cachoeira — isso fica para a vida toda. A mudança de ambiente ajuda a descansar da escola e dos dispositivos eletrônicos. Na viagem, pais e filhos se veem obrigados a se comunicar (sem telefones). Isso fortalece os laços. As viagens ampliam o horizonte: geografia, história, cultura. A criança aprende a se orientar em um lugar desconhecido.
Vantagem: é uma excelente maneira de testar a resistência de vocês e dos filhos.
Caro. Bilhetes, alojamento, comida, excursões — o orçamento pode estourar. Fadiga. Viagem longa, mudança de fuso horário, acclimatação. A criança pode adoecer, ser caprichosa. Riscos de acidentes, roubos, perda de documentos. Precisa estar atento. Após o retorno, muitas vezes é necessário outro descanso para se recuperar das férias.
Muitas emoções também podem ser estresse para a psique (especialmente para crianças da pré-escola).
Considere a idade. Crianças da pré-escola precisam de mar e areia, não de um tour turístico de três dias. Crianças do ensino fundamental — cidades, museus, parques de diversões. Adolescentes — lazer ativo (bikes, rafting, montanhas). Interesses da criança. Ela gosta de dinossauros? Vá para o museu de paleontologia. De cavalos? Para o clube equestre. Orçamento. Não pegue um empréstimo para a viagem. Você pode relaxar bem em sua região.
Estação. No verão — para o mar ou para as montanhas. No outono/primavera — em museus, cidades da Europa. No inverno — resorts de esqui ou países quentes.
Compre os bilhetes com antecedência (3-6 meses). Assine as newsletters das companhias aéreas. Voar com low-cost (com um único mochila). Alojamento — não um hotel, mas apartamentos ou hostels com cozinha (cozinhe você mesmo). Comida — leve lanches do supermercado, não de cafeterias. Excursões — procure gratuitas (city tours) ou baratas (no transporte público). Viagens fora da estação (junho-julho — pico, agosto-setembro — mais barato).
Dica: negocie com outra família — é mais barato juntos (combustível, alojamento).
No seu pacote: kit de primeiros socorros (antipiréticos, anti enjoos, desinfetante), toalhas umedecidas, roupa de troca, carregadores, brinquedo favorito, tablet com desenhos animados (no caso de uma crise). Jogos na estrada: "adivinhe o número", "cidades", "pedra-papel-tesoura", histórias em voz alta. Faça paradas a cada 2-3 horas. Não tente viajar 1000 km em um dia.
No avião: leve os filhos para o corredor, para não perturbar os vizinhos.
Se não tiver dinheiro ou força, organize um "viagem" em casa. Uma caminhada no bosque com tenda (no quintal). Jantar temático "italiano". Visualização de filmes sobre outros países. Excursões pelo seu próprio cidade (guias você mesmo). Noite na sala de estar no chão (imitação de uma excursão).
O importante é não ficar nos telefones, mas estar juntos.
Viajar ou não — é a escolha de cada família. Mas até uma viagem de um dia pode se tornar uma aventura. Não corra atrás de uma foto do Instagram. O importante não são os quilômetros, mas as emoções.
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